terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Leap Castle na Irlanda

Leap Castle, na Irlanda, um dos castelos mais assombrados do mundo.
Construído no século 13 pela família O'Bannon, as ruínas do Castelo Leap, é assombrada por algo terrível, horrorizando além da descrição.
Ele espera nas sombras mais escuras para as forças não naturais ou sangue derramado para despertá-la, ou para um ser humano insensato para despertar sua ira.
No passado, o espírito era conhecido como "A Coisa". Alguns sabem o fantasma como "It." Hoje, ele é conhecido como o Elemental.
A Capela é o lar de muitos dos espíritos.
Pessoas que passam pelo castelo a noite relataram luz brilhante fluindo para fora das janelas superiores.
Esta ocorrência tem sido relatada desde o tempo dos Darbys  quando o castelo foi deixado uma casca queimada após a queima de 1922, este evento também foi relatada por transeuntes.
Mesmo agora, os vizinhos informam da iluminação.
Odores estranhos de borracha também foram relatados durante os povos que visitam ao salão superior.
Um dos mais conhecidos é referido como o padre O'Carroll.
Após a morte de Mulrooney O'Carroll em 1532, uma luta de poder feroz desenvolvido no seio da família O'Carroll, irmão lutou contra irmão para ganhar chefia.
Diz a lenda que um O'Carroll assassinou seu irmão, um padre, enquanto realizava uma missa no salão superior do Castelo.
Acredita-se que o sacerdote começou a massa antes da chegada de seu irmão e este foi considerado um grande insulto.
O padre foi visto em muitas ocasiões na Capela sangrento. seu espírito também tem sido visto espreitando na escada abaixo e também deixa a capela através da porta ocidental ao bartizan e descer as escadas do norte.

A masmorra uma pequena câmara localizada no canto norte-oriental da capela sangrento era usada como calabouço onde os prisioneiros eram jogados mortos ou morrendo.
A entrada da câmara é um furo estreito originalmente equipado com uma forma de alçapão.

sábado, 3 de janeiro de 2015

A curva do lago


A curva do lago



A CURVA DO LAGO Por Gui Rhabelo     O opala diplomata 87 estava sintonizado na rádio 96,6 FM. A rádio mais ouvida de Salém, inclusive pelos caminhoneiros que cruzavam as estradas que cortavam os limites da cidade. O relógio digital do motorista marcava 23:50. O locutor falava sobre lendas urbanas. Fazia um alerta para os caminhoneiros tomarem cuidado coma mulher de branco que sempre pedia carona. O sorriso de incredulidade do motorista não era afetado pela crendice popular. Permaneceu acelerando suavemente seu opala diplomata marrom. Um belo carro. Uma joia rara. O interior em couro preto dava um toque especial para o belo carro. O motorista baixou os olhos em direção ao seu rádio a fim de mudar de estação. Não demorou nem dez segundos e encontrou outra estação, menos melancólica. Quando levantou os olhos novamente para fixar a estrada freou bruscamente o carro, quase atropelou a jovem que estava com um pé no asfalto e outro no acostamento da pista. A moça parecia possuir uma beleza que não era deste mundo, não precisava cantar para enfeitiçar, como faziam as sereias. Seu olhar melancólico e distante era suficiente. Seu braço direito pedia carona. O motorista sorriu ao se lembrar do aviso dado pelo locutor, pensou que aquilo fosse algum trote. Não um trote perfeito, pois a moça trajava um vestido vermelho. Não vestia branco. Os cabelos loiros e a pele alva chegaram mais perto do carro quando o motorista buzinou para ela. o entrar no carro um perfume de jasmim tomou conta do velho opala diplomata 87. Ela agradeceu a carona com voz suave e doce. O motorista pisou novamente no pedal direito e prosseguiu. Ela sorria sempre. – Estava em uma festa, mas uns palhaços me deixaram aqui sozinha. Acredita? – Falava docemente para o motorista. – Não acreditaria se fosse outra pessoa me contando. – Brincou. – Mora muito longe? – Não, há algumas curvas daqui. – Ela olhava fixamente para a estrada. – Há algumas curvas. O silêncio pairou sobre eles por alguns momentos. O vento frio invadia o carro. Eriçava o pelo da nuca de ambos. – E você? Mora por aqui? – A jovem quebrou o silêncio, ainda focada na estrada. E nas curvas. – Não e sim. – O motorista viu que ela não entendeu, apesar de nada ter perguntado. – Moro nas estradas, desde que me conheço. – Sorriu alegremente tentando contagiar a moça que estava absorta em mundo no qual ele não tinha acesso. – Acredita na história da mulher de branco? – Perguntou para o motorista, uma pergunta crua, fria e cortante. – Acredita mesmo que ela está por aí? Em uma dessas curvas? – O motorista sentiu um calafrio e respondeu meneando a cabeça negativamente. O silêncio outra vez. Um Corvo bateu no vidro da frente do carro. O barulho causou um susto na moça. Ela sinalizou que sua casa ficava a alguns metros depois da “curva do lago” que avistavam agora. – Eu moro… – Ela perdeu a voz. Perdeu o sangue que corria nas veias. Tudo parou naqueles curtos segundos. O motorista não estava ali. Não mais. Olhou de volta para estrada e ali estava ele. Em pé…apontando para o lago que ficava em um precipício o lado da curva. A jovem do vestido vermelho não teve tempo de segurar o volante ou pisar no freio. Nem conseguiria. Carro e motorista eram um só. Ambos foram vítimas do destino. E da inveja e vingança. Anos atrás, o ex-namorado da esposa do motorista o jogou para fora da pista enquanto dirigia um caminhão. O jogou junto com sua filha para fora da curva. O carro se perdeu no abismo. Apenas o corpo dele foi achado. O carro e a filha não. Desde então, o motorista e seu opala diplomata 87 surgia na noite e desaparecia mais uma vez na “curva do lago”. Levava alguém para que sua filha não ficasse só. Ou para que a encontrasse. Mas era um mergulho sem volta. Um mergulho na morte. Uma morte silenciosa, sem pistas, uma morte não noticiada nos jornais. Apenas uma morte. Traiçoeira.golcontosdeterror.com.br

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Toccata in de Mole-Mannheim Steamroller

Conto : A casa do monstro





. Em uma vila, distante dos grandes centros urbanos, havia uma casa velha habitada por um homem muito esquisito. Era um velho, magro, orelhudo e peludo. Ele nunca saia de dentro de casa e, quando isso acontecia, era tarde da noite. O velho sempre andava com uma sacola nas costas. Haviam na vila também três crianças muito corajosas: a Pietra, o Miguel e o Emanuel. Os três notaram que os brinquedos favoritos das crianças daquela vila estavam sumindo e começaram a desconfiar que estavam dentro do saco do velho e que depois ele levava para dentro de sua casa. Então, os três resolveram seguir o velho de noite para descobrir o mistério dos brinquedos desaparecidos. Era dia de lua cheia. Com bastante cuidado, seguiram o velho até o cemitério da cidade. Então o velho parou e olhou para aquela lua enorme e amarela  e começou a se transformar em um monstro de garras e dentes afiados, peludo e horroroso. Era um lobisomem. As crianças começaram a correr desesperadas, despertando a atenção do monstro que começou a correr atrás delas logo em seguida. Foi uma gritaria, mas seus pais e nenhum outro adulto poderiam ouvi-las, pois estavam muito longe de casa, o jeito foi colocar sebo nas canelas e correr o mais rápido que puderem. Só que no meio do desespero, Pietra tropeça num galho de árvore e cai. O lobisomem alcança ela. Seus dentes contra a luz mostravam o quanto eram afiados. Os meninos decidiram voltar e salvar sua amiga. Mas neste instante, a correria que durou a noite toda, começou a amanhecer. Enquanto o como fazer blog sol foi surgindo, o lobisomem começou a se destransformar. O velho olhou para as crianças assustadas e começou a chorar e a pedir desculpas. Contou que gosta muito de crianças e que sua profissão é consertar brinquedos, porém, uma bruxa o transformou nessa coisa feia como castigo por ele ter se recusado a roubar os brinquedos das crianças para ela. Pietra, Miguel e Emanuel matutaram uma maneira de ajudar o velho e resolveram ir até a casa da bruxa. Pegaram seus brinquedos favoritos e decidiram presenteá-la em troca dela quebrar a maldição do velho. Mesmo correndo o risco dela ficar furiosa e transformá-los em lobisomens e lobismulher decidiram ir adiante com o plano. A bruxa, pronta para lançar qualquer feitiço maldoso, quando viu os presentes, ficou muito emocionada com o gesto das crianças. Ela se emocionou porque nunca ninguém lhe havia dado um presente antes. Natal, Dia Das Crianças, Aniversário... quem é que sabe o dia do aniversário de alguma bruxa? Pedido concedido. O velho, que agora atende pelo nome de Seu Bonfim, devolveu os brinquedos desaparecidos das crianças da vila, só que agora em bom estado, pois, de tanto brincarem, precisavam de reparo. Fez também novos brinquedos para os três heróis mirins e a bruxa despertou dentro de si a criança que nunca foi brincando com seus presentes. Mas as crianças decidiram não ser mais tão corajosas. Desta vez o final foi feliz, na próxima é melhor não arriscar.

 Conto criado para meus alunos,  que são uma das luzes no fim do meu túnel,  um dos finais felizes da minha história. Contos de Terror - Halloween.felicidadeoscilante.com

Semana de Halloween – O terror de Slender


Tem muito marmanjão que, quando tinha nossa idade, ficava com muito medo dos games da época como Silent HillAlone in The Dark e os primeiros Resident Evil, entre outros. Atualmente, porém, existe um jogo do qual até os gamers mais durões ficam medo só de ouvir o nome: Slender!
Conhecido também como Slender: The Eight Pages, ele foi lançado em junho de 2012 para PC e Mac e traz uma trama baseada em uma lenda urbana norte-americana conhecida como Slender Man. Diz o mito que o Slender Man rapta crianças (de preferência, meninas) à noite em florestas com seus tentáculos e as leva para a terra dos pés juntos.
O game tem um único objetivo: fazer com que o jogador colete oito folhas de papel espalhadas pelo cenário. As páginas possuem recados desesperados e desenhos do Slender Man, provavelmente feitos pelas vítimas. A cada página recolhida, a sinistra trilha sonora começa a acelerar seu ritmo, dando a sensação de que o monstro está bem perto. E, se você o encontra, não há como enfrentá-lo: é preciso desviar o olhar e sair correndo, ou então…
O game é em primeira pessoa e tem uma jogabilidade muito boa, com o personagem respondendo bem aos nossos comandos. A música também é muito bem apropriada para um jogo de terror como esse. O cenário consegue ser bem assustador. Imagine você sozinho, armado apenas com uma lanterna, numa floresta muito escura e com um maníaco te perseguindo. Loucura, não?
Mesmo sendo curto, o jogo resgata as raízes dos games de terror mais antigos, da década de 90. Recentemente, a produtora Blue Isle lançou uma versão de Slender para o sistema iOS e anunciou uma sequência que se chamará Slender: The Arrival, e que ainda não tem previsão de lançamento.
Ficou a fim de jogar? Aproveite o Halloween e vá em frente! Mas atenção, marinheiros de primeira viagem: vocês precisarão de muita prática para coletar as oito páginas sem que o Slender Man os veja. Se bobear, é susto na certa.

Semana de Halloween – Top 5 coisas que davam medo quando éramos crianças

Medo: se você disser que nunca teve, estará mentindo. Na infância, então, todo mundo teve algum ponto fraco, um medo específico que era especialmente aterrorizante. Apague a luz e confira nosso Top 5 dos piores…
5) Velho do Saco
Se você é desobediente e sai de casa sem seus pais por perto, cuidado! O Velho do Saco irá capturá-lo e jogá-lo dentro de sua sacola cheia de outras crianças! Essa era mais uma das velhas histórias contadas por nossos pais na tentativa de tornar os filhos mais bonzinhos… A lenda original, surgida na Inglaterra, dizia que os pais amarravam fitas vermelhas nos pés da cama do filho mais levado. Assim, quando chegasse a noite, o Velho já saberia qual criança devia levar.
4) Loira do Banheiro
Quem nunca ouviu falar da famosa e sinistra Loira do Banheiro que atire a primeira pedra! A assustadora garota loira, toda ensanguentada e com algodão nas narinas, já há muito tempo vem assombrando os banheiros das escolas. Versões para a história não faltam: há quem diga que a Loira era uma menina que escorregou no piso molhado, bateu a cabeça e morreu; outros contam que a garota morta foi, na verdade, uma professora que era apaixonada por um aluno e acabou sendo assassinada pelo seu marido.
Se para a personagem já foram criadas tantas origens, nem se fala nos inúmeros rituais que o pessoal menciona para invocá-la. Dar descarga três vezes, chutar o vaso sanitário, pronunciar palavrões ou até mesmo chamar pela Loira em frente ao espelho, tudo vale para que ela apareça ao seu lado.
3) Brinquedos amaldiçoados
Histórias de brinquedos do mal sempre fizeram parte da nossa infância. Volta e meia aparecia algum boneco com fama suspeita. Hello Kitty que homenageava o demônio, bonecas da Xuxa que respiravam, boneco do Fofão com uma faca dentro e vários outros brinquedos já foram apontados como tendo por trás uma história macabra. Mas o horror até que tem fundamento… Quem é que não fica com medo quando encara aquelas carinhas de bebês das bonecas, com seus sorrisos forçados e olhos vidrados?
2) Palhaços
Não são somente crianças que sofrem com o medo desses personagens maquiados: jovens e adultos também têm uma grande aversão a essas figuras. Existe até a Coulrofobia, designação psiquiátrica para quem tem um receio excessivo de palhaços. Muito representados em programas infantis, eles logo passaram a fazer parte das telonas em grandes filmes de terror como It, Uma Obra-Prima do Medo e Palhaços Assassinos do Espaço Sideral.
1) Escuro
O maior medo de todos! Bruxas, espíritos, vampiros, o clássico Bicho-Papão e outros tantos têm sua morada na obscuridade. Esse horror que a maioria de nós tem das trevas pode estar associado ao fato de que a visão é um dos principais sentidos do corpo humano e que, quando estamos em lugares com pouca luminosidade, nos sentimos limitados, à mercê de armadilhas. Egípcios, maias e astecas, por exemplo, acreditavam que os deuses do Sol enfrentavam enormes batalhas durante a noite e vencê-las significava que o dia voltaria a nascer. Já perdê-las resultaria na escuridão eterna. Outras culturas acreditavam que os pesadelos eram causados por demônios, e dormir em completa escuridão facilitaria o trabalho dessas criaturas.
E aí, ficou com medo? Não? Então veja o vídeo abaixo e durma tranquilo!
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